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5 de ago. de 2011

Corpo e Volume


Frase do dia que circula no Face...

Já sei porque estou engordando... É o xampu!!! Só hoje me dei conta que a embalagem diz: "Para dar corpo e volume!!!" Por isso a partir de agora, passo a me lavar com o sabão de lavar-louças, que diz: "Dissolve a gordura, até as mais difíceis." Se o seu xampu também te engordou, cole isso no seu mural.

(achei sensacional)



Aproveitando a deixa... 
acredito que engolir sapos também engorda!
Tudo o que "entra" e não é bem digerido acaba 
engordando ou dando uma bela diarreia.

26 de jul. de 2011

Criando com emoção


Sempre que faço ou crio algo, faço com algum tipo de emoção. Não consigo e não gosto de "fazer por fazer" ou "fazer por obrigação". Fujo desse tipo de rotina sempre que posso. Aliás, pra mim, rotina é uma palavra chata pra designar algo mais chato ainda. Sei que não dá pra escapar de todas elas, mas se conseguirmos diminuí-las, com certeza a vida ficará mais leve.

Quando estou inspirada eu crio, recrio, tenho explosões de idéias. Quando me falta inspiração, eu estudo, leio, aprendo, busco informações que melhorem o meu conhecimento. Não adianta forçar a criatividade, se você não está bem.
De modo que pra mim "A criatividade é um estado de espírito" sempre. (Ellen Allmye)
Acredita-se que o potencial criativo humano tenha início na infância. Quando as crianças têm suas iniciativas criativas elogiadas e incentivadas pelos pais, tendem a serem adultos ousados, propensos a agir de forma inovadora. O inverso também parece ser verdadeiro. No meu caso o inverso realmente aconteceu, nunca fui motivada a nada que não rendesse alguns trocados ou que não me levasse a ter um futuro profissional rentável, ou seja, toda vez que tentada criar algo ouvia um longo sermão: - Você fica aí perdendo um tempo precioso, com besteiras, bobagens que não te levarão a nada e não pagarão as nossas contas. Ou um: - Até que você desenha bem, pena que isso não dê dinheiro e a vida é cheia de responsabilidades pra você ficar aí brincando. Enfim, acredito que eu seja mesmo do contra e que apesar de não ter tido nenhum estímulo, minha vontade de criação interior só crescia.  
Procurei algumas formas de me expressar, a maioria sem sucesso, porque eu não conhecia as ferramentas necessárias, não conseguia fazê-lo sem parecer agressiva ou radical demais.  Na verdade, eu não era uma revoltada, só pensava diferente e discordava de muitas coisas.  Não gostava de me sentir oprimida por opiniões formadas e muito menos seguir a massa da sociedade. Gostava de formar opiniões e defender a tese.
Tive que conquistar a liberdade de ser criativa e isso partiu primeiro de minha própria mente. Só depois que libertei meus pensamentos mais contidos, consegui criar com emoção.
Outro dia estava lendo um site interessante e encontrei a seguinte definição para criatividade:
“... Uma pessoa cria quando concebe em sua mente algo que nunca viu, ouviu ou sentiu antes. Essa definição ignora o fato de a criação ser útil ou não para algum propósito ou para resolver algum problema. Mas é importante distinguir esses dois tipos de criatividade; ao primeiro chamamos criatividade pura, e ao segundo, criatividade aplicada.
A criatividade pura é um ato mental, que consiste em última análise da capacidade de combinar sons e imagens de forma subjetivamente nova, independentemente de qualquer conexão lógica com o mundo exterior. Essa definição de criatividade desloca os aspectos novidade e originalidade, beleza, utilidade, veracidade, viabilidade e implementação para um segundo momento; criar é um ato pessoal e subjetivo, a criatividade pura vem antes da aplicada. Criações não têm necessariamente que servir para alguma coisa, como solucionar um problema, dar retorno financeiro, serem maravilhosas e belas, nada disso.
“Assim, se você imagina sua cabeça fora do corpo, e o faz de uma forma que nunca fez antes (não é uma lembrança), você está criando.”

(a última parte é de um texto retirado do site: http://www.possibilidades.com.br/criatividade/voce_eh_criativo.asp  escrito por Virgílio Vasconcelos Vilela)