27 de jul de 2016

WO e a Casa da vida - Parábola de Kryon

Imagem: Portal para 5ª Dimensão by Ellen Allmye


Wo e a Sala de Aprendizagem - Parábolas de Kryon

Introdução do escritor
 
Disse-lhes  que  partilharia  convosco  as  minhas  parábolas  favoritas,  e  esta  é  uma  delas.  Embora  esta parábola  seja  uma  das  primeiras  oferecidas  por  Kryon,  continua  a  ter  uma  forte  relevância  nas  nossas vidas diárias. O objetivo de Kryon é proporcionar-nos as ferramentas para elevar a nossa própria vibração neste  planeta  –  para  sermos  tudo  aquilo  de  que  somos  capazes,  enquanto  estamos  aqui.  Esta  parábola esconde  muito,  para  permitir  que  vejamos,  por  nós  mesmos,  as  possibilidades  que  temos  pela  frente. 
Também apela aos nossos corações e pede-nos que “recordemos” quem somos realmente.

* * * * * * * * *

Era uma vez um humano, a quem chamaremos Wo. O sexo de Wo não é importante para esta história, mas uma vez que não há uma palavra adequada parauma pessoa de gênero neutro, chamá-lo-emos o Wo humano, de modo que Wo, possa abarcar todos os homens e todas as mulheres por igual. Não obstante, e apenas por motivos de tradução, diremos que Wo é “ele”.
Como todos os Humanos da sua civilização, Wo vivia numa casa, mas só se interessava pelo quarto em que vivia, porque era a única coisa realmente sua. O seu quarto era bonito e a sua tarefa era encarregar-se de o manter assim, o que ele fazia.

WO tinha uma vida boa. Pertencia a uma civilização na qual, cada vez que queria comida, tinha muita.
Nunca tinha frio, porque havia sempre com que se proteger dele. À medida que crescia, aprendia muitas coisas sobre si mesmo. Aprendia quais as coisas o punham feliz, e encontrava objetos para pendurar na parede,  os  quais  podia  contemplar  agradavelmente. 
Wo  também  aprendia  que  coisas  o  faziam  sentir-se triste,  e  a  como  pendurar  essas  coisas  na  parede,  quando  queria  estar  triste.  Aprendia  igualmente  que  coisas o aborreciam, e ao encontrá-las, pendurava-as na parede. Assim, quando decidia estar aborrecido, olhava para elas.
Tal como acontece com outros Humanos, Wo tinha muitos medos. Embora dispusesse do essencial para viver, tinha  medo  dos  outros  Seres  Humanos  e  de  certas  situações.  Temia  que  esses  Humanos  e  essas situações pudessem trazer alterações ao seu mundo, porque se sentia estável e seguro com a maneira que a vida decorria à sua volta, e tinha trabalhado duramente para chegar a esse estado. Temia as situações
que pareciam ter capacidade de interferir com o seu quarto tão estável e receava os Humanos que controlavam essas situações.
Wo  soube  da  existência  de  Deus  através  dos  outros  Humanos.  Disseram-lhe  que  um  Ser  Humano  era algo muito pequeno e Wo acreditou. Ao fim e ao cabo, olhava à sua volta e via milhões de Seres Humanos,mas um só Deus. Disseram-lhe que Deus era Tudo, e que ele não era nada. Porém, Deus, no seu amor infinito, responderia às suas orações, desde que ele rezasse com sinceridade e agisse com integridade durante a sua vida. E Wo, que era uma pessoa espiritual, pedia a Deus que os Humanos e as situações que tanto receava não trouxessem alterações, e que o seu quarto pudesse continuar a ser igual ao que sempre fora – e Deus respondia ao seu pedido.
WO tinha medo do passado, porque de algum modo lhe lembrava coisas desagradáveis, e rezava a Deus para  que  bloqueasse  essas  coisas  na  sua  memória  -  e  Deus  respondia  ao  seu  pedido.  Wo  também  tinha  medo  do  futuro,  porque  continha  possibilidades  de  alterações  e  era  escuro,  incerto  e  oculto  para  ele. 
Pedia a Deus que o futuro não trouxesse alterações ao seu quarto - e Deus respondia ao seu pedido. Wo nunca ia muito longe dentro do seu quarto, porque tudo o que realmente necessitava como Humano, estava num dos cantos desse quarto. Quando os amigos vinham de visita, era ali que os recebia. E estava contente assim.
WO  observou,  pela  primeira  vez,  um  movimento  noutro  canto  do  quarto,  quando  tinha  uns  26 anos. 
Assustou-se imenso, e imediatamente pediu a Deus que fizesse desaparecer o movimento, porque lhe fazia sentir que não estava sozinho no quarto... o que não era uma situação aceitável. Deus atendeu o seu pedido, o movimento parou e medo desapareceu.
Quando  tinha  34  anos,  o  movimento  regressou,  e  de novo  Wo  pediu  que  parasse,  porque  tinha  muito medo. O movimento parou, mas não antes que Wo visse algo que nunca tinha visto antes, naquele canto: outra porta! Nessa porta havia uma estranha inscrição, e Wo teve medo do que isso pudesse implicar. Wo fez perguntas aos líderes religiosos sobre a estranha porta e o movimento que ali havia, e eles advertiram-no de que não se aproximasse desse canto. E acrescentaram que era a porta da morte e que ele morreria certamente  se  a  sua  curiosidade  se  transformasse  em ação.  Também  lhe  disseram  que  a  inscrição  na porta era maligna e que nunca mais deveria voltar a olhar para ela. Em troca, animaram-no a participar num ritual com eles e a dar o seu talento e proventos ao grupo. E que, fazendo isto, tudo passaria a estar bem.
Quando  Wo  tinha  42  anos,  o  movimento  voltou.  Embora,  desta  vez,  não  tivesse  sentido  medo,  novamente pediu para que parasse, e movimento parou.
Deus era bom por responder tão rápida e completamente. Wo sentiu-se fortalecido pelo resultado das suas orações.
Quando tinha 50 anos adoeceu e morreu, embora não se tenha dado realmente conta disso quando tal aconteceu. De novo viu o movimento no canto do quarto e voltou a pedir para que parasse, mas, ao contrário do que esperava, o movimento tornou-se mais claro e mais próximo. Assustado, Wo levantou-se da cama...  e  descobriu  que  o  seu  corpo  terreno  ficou  ali, e  que  ele  se  encontrava  em  forma  de  espírito.  À medida que o movimento avançava para ele, Wo começou a reconhecê-lo. Começou a sentir curiosidade em vez de medo. O seu corpo espiritual parecia-lhe natural.
Então  viu  que,  na  realidade,  o  movimento  era  formado  por  duas  entidades  que  se  aproximavam.  As duas figuras brancas, à medida que se situavam cada vez mais perto, brilhavam como se tivessem luz no seu interior. Finalmente, colocaram-se diante dele. Wo surpreendeu-se pela sua majestade. Mas não teve medo.
Uma das figuras dirigiu-se a Wo e disse:
- Vem, meu querido, está na hora de ir embora.
A voz da figura estava cheia de gentileza e familiaridade. Sem duvidar, Wo acompanhou-os. Começava a recordar o quão familiar era tudo aquilo, enquanto olhava para trás e via o seu cadáver aparentemente adormecido na cama. Sentia-se cheio de um maravilhoso sentimento, que não conseguia explicar. Uma das entidades tomou a sua mão e encaminhou-o diretamente para a porta que tinha a estranha inscrição. A porta abriu-se e os três passaram por ela.
WO viu-se a si mesmo num longo corredor com portas para outros quartos, de um lado e do outro. Pensou  para  si  mesmo  que  aquela  casa  era  muito  maior  do  que  pensava!  Viu  a  primeira  porta...  que  tinha novamente aquelas estranhas inscrições.
Perguntou a uma das entidades brancas:
- O que há por detrás desta porta da direita?
Sem  dizer  palavra,  a  figura  branca  abriu  a  porta  e  convidou-o  a  entrar.  Assim  que  entrou,  Wo  ficou estupefacto. Amontoadas, desde o chão até ao teto, havia mais riquezas do que em qualquer um dos seus sonhos mais loucos! Havia lingotes de ouro, pérolas e diamantes. Só num dos cantos havia rubis e pedras preciosas suficientes para um reino inteiro! Olhou para os seus companheiros brancos e brilhantes, e perguntou-lhes:
- Que lugar é este?
O mais alto respondeu:
- Este é o teu quarto da Abundância, se tivesses querido entrar nele. Continua a pertencer-te e ficará aqui, para ti, no futuro.
Wo ficou impressionado com esta informação.
Quando regressaram ao corredor, Wo perguntou o que havia no primeiro quarto do lado esquerdo, por detrás de outra porta com uma inscrição que começava a fazer um certo sentido. Ao abrir a porta, a figura branca disse:
- Este é o teu quarto da Paz, se acaso o tivesses querido usar.
Wo entrou no quarto com os seus amigos, e encontrou-se envolvido por uma névoa branca e espessa. A névoa parecia estar viva porque imediatamente revestiu o seu corpo, e Wo começou a inalá-la. Sentia-se extraordinariamente tranquilo e sabia que nunca mais voltaria a sentir medo. Sentiu paz, onde antes nunca  a  tinha  tido.  Queria  ficar  ali,  mas  os  seus  companheiros  animaram-no  a  prosseguir,  e  continuaram a andar pelo corredor. Havia ainda outro quarto do lado esquerdo.
- O que é que tem este quarto? - perguntou Wo.
- Esse é um lugar onde só tu podes entrar – disse a figura mais pequena.

Wo entrou no quarto e imediatamente se sentiu preenchido por uma luz dourada. Sabia o que era: era a sua própria essência, a sua iluminação, o seu conhecimento do passado e do futuro. Este era o armazém de paz e de amor de Wo. Chorou de alegria, e ficou ali a absorver verdade e compreensão durante muito tempo. Os seus acompanhantes não entraram, pois eram pacientes.
Finalmente, Wo regressou ao corredor. Tinha mudado. Olhou para os seus acompanhantes e reconheceu-os:
- Sois anjos-guias! – afirmou.
Não - disse o mais alto – somos os TEUS guias. E continuaram a falar com perfeito amor: - Temos estado aqui desde o teu nascimento por uma única razão: amar-te e mostrar-te a porta. Tiveste medo e pediste que nos fôssemos embora. Assim o fizemos. Estamos ao teu serviço em amor, e honramos a expressão da tua encarnação.

Wo não sentiu repreensão naquelas palavras. Deu-se conta de que não o julgavam, antes o honravam, e sentiu o seu amor.
Olhou para as portas mas, agora, já conseguia perceber as inscrições! Enquanto avançava pelo corredor viu portas marcadas como CURA, CONTRATO, e outra com a palavra ALEGRIA. Viu mais do que desejava, porque por todo o lado havia portas com os nomes de crianças ainda não nascidas, e havia uma, inclusive, que dizia LÍDER MUNDIAL. Wo começou a dar-se conta do que tinha perdido. E, como se soubessem o que pensava, os guias disseram-lhe:
- Não te recrimines porque é inapropriado e indigno da tua magnificência.

WO já não conseguia compreender nada. Olhou para o final do corredor, para o lugar por onde tinha entrado, e viu a inscrição na porta, a tal inscrição que, no princípio, o tinha assustado. A inscrição era um nome! Era o SEU NOME, O SEU VERDADEIRO NOME!...
Wo,  agora,  compreendia  tudo.  Sabia  a  rotina  dali  em  diante,  porque  agora  recordava  tudo,  e  já  não era Wo. Disse adeus aos seus guias e agradeceu-lhes a sua fidelidade. Ficou parado durante algum tempo, olhando-os e amando-os. Então ELE começou a avançar para a luz no final do corredor. Já ali tinha estado antes. Sabia o que o esperava na sua breve viagem de três dias à Gruta da Criação, para recuperar a sua essência.  A  seguir,  iria  para  o  Salão  de  Honra  e  Celebração,  onde  o  esperavam  aqueles  que  o  amavam muitíssimo, inclusive aqueles a quem ELE tinha amado e perdido durante a sua estância na Terra.
Sabia onde tinha estado e sabia para onde ia. Wo voltava para Casa.


Comentário final do escritor Lee Carroll


A  apresentação  por  Kryon  da  personagem  Wo,  no  princípio  da  história,  é  uma  tentativa  de  criar  uma pessoa sem gênero. Wo é um “wo-men”, homem ou mulher. A intenção de Kryon é evitar uma especificação de gênero que interfira na compreensão completa da parábola ou na capacidade para nos pormos no lugar de Wo.
Na  parábola,  a  casa  de  Wo  é  obviamente  a  sua  vida  ou  a  sua  “expressão”  (tal  como  Kryon  chama  à vida) na Terra. A analogia dos diferentes quartos refere-se às “janelas de oportunidade” que todos temos, que acompanham o nosso contrato, o nosso carma, e portanto o nosso potencial enquanto estamos aqui.
A parte que fala sobre a aprendizagem de Wo, daquilo que o faz feliz, triste ou aborrecido, e o modo como pendura as coisas na parede para se sentir duma ou doutra maneira, é realmente uma informação cheia de prospecção sobre os Seres Humanos. Refere-se às partes de nós mesmos que se afundam no passado  e  que  nos  fazem  reviver  certos  acontecimentos,  permitindo  que  nos  sintamos  de  um  determinado modo. Habitualmente não se trata de um comportamento adequado nem iluminado da nossa parte, uma vez que recuperamos velhas memórias para “sentirmos” aborrecimento, ódio, vingança... e o desempenho do  papel  de  vítimas.  Outras  vezes  é  só  um  desejo  antigo  de  estarmos  num  lugar  que  nos  fez  felizes,  tal como durante o tempo do nosso crescimento.
O  facto  de  Kryon  ter  dito  que  Wo  “pendurava  coisas  na  parede”  com  este  propósito,  também  está cheio de significado. Quando alguém vem a nossa casa, o que está na parede é para ser visto. São as nossas fotos de família e obras bonitas. Isto quer dizer que penduramos coisas na parede para lhes dar ênfase,  mesmo  que  para  benefício  de  desconhecidos  que  cheguem,  porque  sentimos  que  esses  objetos  são  especiais.  Portanto,  Kryon  apresenta-nos  Wo  a  pendurar  os  seus  sentimentos  para  que  todo  o  mundo  os veja e reaja à sua parede de “aprendizagem”. Wo, como muitos outros Humanos, quer envolver os demais nos seus próprios processos, porque, procedendo assim, se sente melhor. Wo, nessa altura, não sabia nada sobre responsabilidade. Mesmo assim, mais adiante na parábola, reparamos que não importa em que estado de iluminação se encontra Wo, pois não há juízo da parte de Deus sobre isso.
Vemos que Wo tem medos, e o principal dos quais está relacionado com o controlo. Parece que na sua vida receia as situações em que alguém possa alterar o seu quarto (a sua vida). A reação à maior parte desses medos, é continuar na mesma.
 O seu verdadeiro medo, portanto, é a mudança e, por isso, deseja estabilidade ou consciência estática.

Também  teme  o  passado,  embora  não  saiba  porquê.  Dirige-se  a  outros  Humanos  para  aprender  sobre Deus, e utiliza o que aprende para se proteger da mudança. Este é um exemplo excelente do que a religião  nos  ensina  hoje  em  dia:  temos  Deus  a  representar  o  papel  de  protetor  com  a  responsabilidade  de afastar o mal, e incentivam-se os membros da Igreja a manter a proteção do pastor, através “do vale das sombras  da  morte”.  Isto  dificilmente  anima  um  pensamento  espiritual  enriquecedor  nos  indivíduos, e também  não  promove  o  conceito de  assumir  a  responsabilidade  por  aquilo  que  acontece  a  cada  um, tal como Kryon nos aconselhou.
A  parte  notável  desta  história  é  que,  embora  Wo  adira  ao  tipo  de  doutrina  religiosa  média,  normal, mesmo assim, obtém resultados com as suas orações!
Recebe a proteção que pede e, portanto, fica livre das alterações que o movimento perturbador no canto do quarto lhe possa trazer. De novo Kryon nos diz que a mecânica do Espírito de Deus é absoluta, e que a energia amorosa das boas intenções da oração, dá resultados.  Recordam-se  do  ditado: 
Cuidado  com  o  que  pedem,  pois  podem  obtê-lo?  É  verdade!  Esta parábola é a prova disso.
Ao  longo  das  nossas  vidas,  todos  temos  várias  oportunidades  de  enriquecimento  e  descoberta  de  nós  mesmos, e Wo também as teve. Embora ele acreditasse que tinha respostas satisfatórias, Deus honrou-o com  um  “lampejo”  dos  seus  guias.  Este  era  o  incomodo  “movimento”  que  percebia  no  canto  do  quarto, juntamente com a visão de uma porta. Tratava-se dos esforços dos seus guias, para levá-lo a outra realidade, dando-lhe assim a sua merecida oportunidade de mudança e, também, a oportunidade para enfrentar o seu medo.
De  novo  Kryon  foi  perspicaz  ao  mostrar  o  que  as  religiões  disseram  a  Wo  para  fazer  a  esse  respeito: fizeram-no acreditar que o movimento era maligno. Até à data, esta é a resposta mais comum para tudo o que vá contra a doutrina popular, seja qual for a crença religiosa. Muitos dos que não estão de acordo com o  ponto  de  vista  de  outros,  chamam-lhe  maligno e  nunca  se  detêm  em  nenhuma  das  mensagens,  nem observam a energia que rodeia a crença.
E, assim, Wo morreu finalmente, e o que mais temia aconteceu: o movimento no canto do quarto tornou-se realidade. De algum modo, porém, reconheceu-o e não teve medo. De seguida, passámos aos diferentes quartos para além da porta e partilhámos da descoberta de Wo.
A  visita  aos  quartos  é  uma  exposição  do  contrato  terreno (feito para si próprio),  e  da  sua  ilustração  potencial  –  com  riquezas,  paz  e  essência  interior  pessoal,  de  poder  individual,  ou  seja,  a  sua  ”parte  de Deus”.  Wo  reconhece  os  seus  guias  durante  o  caminho,  mostrando-nos  que  sabemos  verdadeiramente quem são os nossos guias, mas que isto está oculto enquanto nos encontramos aqui. Quem consegue imaginar-se a andar pela vida com dois ou três amigos dispostos a ajudar-nos e a amar-nos a cada passo... e prescindir deles? Wo fez exatamente isto, e, mesmo assim, esses guias não o julgaram.
É disto que se compõe o amor de Deus.
WO  começou  a  compreender  e  a  sentir  que  tinha  estado  terrivelmente  enganado.  Contudo,  os  guias corrigiram-no imediatamente e disseram-lhe: “não te recrimines, porque é inapropriado e indigno da tua magnificência”. Este foi o grande passo de Wo. A partir desse momento deixou de ser um “antigo Humano em aprendizagem” e passou a ser o que sempre tinha sido: uma parte de Deus, uma entidade universal. A próxima coisa para que olhou, foi para o seu nome na porta e, então, recordou-se de tudo.
Quando  Kryon  apresenta  caminhos  e  parábolas,  leva-me  de  facto  “lá”,  durante  a  tradução  viva.  No caso desta parábola, senti o vento, o clima e tudo o mais. Kryon permite-me frequentemente descrever o que estou a “ver” para além dos “pacotes de pensamentos” que me dá para traduzir. No processo, contudo, vejo-me fortemente afetado, e, muitas vezes, choro com a alegria da compreensão total do que está a ser apresentado, enquanto permaneço sentado na minha cadeira. Não há nada que eu possa descrever que seja comparável a esta experiência, exceto o que cheguei a sentir num sonho muito, muito real. De facto estive ali, junto de Wo, disposto a ir “para Casa”, envolto em amor. Senti a onda de amor dos que lá estavam e tive saudades dos meus amigos do “outro lado”. Vi os meus guias brilhantes, resplandecentes, e senti o seu amor. Então, peguei na mão de Kryon e regressei à minha cadeira, durante o encontro em Del Mar, Califórnia.

Trecho retirado do Livro IV As Parábolas de Kryon
Fonte: http://www.luzdegaia.org



Ouça no vídeo a canalização traduzida para o Português

KRYON - A CASA DE WO & O FRACTAL FUNDAMENTAL INICIAL







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