25 de ago de 2011

Incondicionalmente


Incondicionalmente


Quero que me ouça sem me julgar.

Que me aconselhe sem opinar.

Quero que confie em mim sem me exigir.

Que me ajude sem tentar decidir por mim.

Quero que cuide de mim sem me anular.

Que me abrace sem me asfixiar.

Quero que me veja sem se projetar em mim.

Que me anime sem me empurrar.

Quero que eu possa contar contigo, como você pode contar comigo...

Incondicionalmente...


(Desconheço Autoria)


Fernando Pessoa - Sentimento


Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental, 
Mas reconheço, ao medir-me, 
Que tudo isso é pensamento, 
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos, 
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada, 
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar

Fernando Pessoa


Como surgiu o salto alto?


Apesar de não haver indícios sobre quem criou o salto alto, sabe-se que ele foi amplamente utilizado a partir do século 17 na corte do rei Luís XIV (1643-1715), da França, que abusava do luxo, das perucas e dos sapatos de salto. Dizem as más línguas (e os registros históricos) que Luís XIV não passava de 1,60 metro, por isso adorava sapatos que pudessem aumentar sua estatura.
Apesar disso, o salto ficou realmente conhecido no reinado seguinte. Luís XV não só levou a fama, como também virou nome de um tipo de salto, largo na ponta e na base e afinado no meio. "O salto era peça exclusiva do vestuário masculino e apenas na corte de Luís XV passou a ser utilizado por mulheres", diz João Braga, coordenador do curso de história da moda do Senac, em São Paulo.
Hoje em dia, em vez de representar a nobreza, os saltos remetem à sensualidade da mulher, ressaltando seios, pernas e quadris. "Estudos indicam que o salto alto é o elemento que mais desperta a libido e o fetiche nos homens, seguido pelas meias finas", diz o professor.

Fonte: http://super.abril.com.br


21 de ago de 2011

Pra que ser gentil?



E ainda tem pessoas que acham que isso não faz diferença.

Salvo pela gentileza

Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega.
Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica.
Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da camara.
Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos
já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.
De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:
Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?.
Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram
e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã
e se despede de mim ao sair.  Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.
Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe
acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei.

Pergunta: Será que você seria salvo???


20 de ago de 2011

A sorte está no ar



A sorte está no ar 

Segundo a sabedoria popular algumas surpresas são um anúncio de que a sorte está a favor. Ela dá seus lampejos nas situações inusitadas do dia-a-dia. Descubra agora por que alguns acasos simbolizam bons presságios:


Joaninha na mão 

Quando esse simpático e delicado inseto escolhe seu dedo para pousar, isso quer dizer que você é um afortunado e tem direito a fazer um pedido. A direção em que ela voar indica de onde virá sua sorte, como diz O Livro Ilustrado dos Símbolos. Em inglês, a joaninha é chamada de beetle of our lady, besouro de Nossa Senhora. Esse nome teve origem na Idade Média, quando os agricultores pediram à Virgem Maria para salvar suas lavouras. Então, apareceram as joaninhas, que destruíram as pragas, atendendo ao pedido dos fiéis. Dizem que achar uma joaninha com mais de sete manchas é sinal de prejuízo. Com menos de sete, hora de boa colheita.


Beija-flor 

O frágil e lépido beija-flor é tido como símbolo da alegria e prazer. No mito indígena americano, ele é um pássaro fiel, que representa beleza e contentamento. Os deuses Quetzalcoatl (maia) e Huitzelopochtli (asteca) – integrantes da cultura dessas duas civilizações pré-colombianas que dominaram o México até o século 15 –, acreditavam que o beija-flor tinha poderes mágicos, como aponta El Diccionario de Mitos y Leyendas (ed. Equipo Naya). Na cultura popular, se um beija-flor ficar voando sobre sua cabeça, está anunciando a chegada de alguma boa notícia.


Grilos e lagartixas 

Eles representam boa sorte para o lar. O folclore brasileiro ordena que se deixe em paz um grilo que cricrila em nossa casa, pois essa música anuncia dinheiro. Como diz o livro Tradições Populares, não é prudente espantar lagartixas, pois, assim como grudam nas paredes, elas significam a sorte que adere à casa. A lagartixa simboliza ainda a resistência, por sua capacidade de regeneração.

Eu não gosto de lagartixa, mesmo sendo bom presságio prefiro que fiquem bem longe de mim rss... Já os grilos, joaninhas e beija-flor acho encantadores!

19 de ago de 2011

O Canto do Galo


Não era ele que levantava o sol

Era uma vez um grande quintal onde reinava soberano e poderoso galo. Orgulhoso de sua função, nada acontecia no quintal sem que ele soubesse e participasse. Com sua força descomunal e coragem heróica, enfrentava qualquer perigo. Era especialmente orgulhoso de si mesmo, de suas armas poderosas, da beleza colorida de suas penas, de seu canto mavioso.

Toda manhã acordava pelo clarão do horizonte e bastava que cantasse duas ou três vezes para que o sol se elevasse acima para o céu. "O sol nasce pela força do meu canto", dizia ele. "Eu pertenço à linhagem dos levantadores do sol. Antes de mim era meu pai; antes de meu pai era meu avô!" ...

Um dia uma jovem galinha de beleza esplendorosa veio morar em seu reinado e por ela o galo se apaixonou. A paixão correspondida culminou numa noite de amor para galo nenhum botar defeito. E foi aquele amor louco, noite adentro. Depois do amor, já de madrugada, veio o sono. Amou profundamente e dormiu profundamente. 

As primeiras luzes do horizonte não o acordaram como de costume. Nem as segundas. ... Para lá do meio dia, abriu os olhos sonolentos para um dia azul, de céu azul brilhante e levou um susto de quase cair. Tentou inutilmente cantar, apenas para verificar que o canto não lhe passava pelo nó apertado da garganta. - "Então não sou eu quem levanta o sol?", comentou desolado para si mesmo. E caiu em profunda depressão. O reconhecimento de que nada havia mudado no galinheiro enquanto dormia trouxe-lhe um forte sentimento de inutilidade e um questionamento incontrolável de sua própria competência. E veio aquele aperto na garganta. A pressão no peito virou dor. A angústia se instalou definitivamente e fez com que ele pensasse que só a morte poderia solucionar tamanha miséria. "O que vão pensar de mim?", murmurou para si mesmo, e lembrou daquele galinho impertinente que por duas ou três vezes ousou de longe arrastar-lhe a asa. O medo lhe gelou nos ossos. Medo. Angústia. Andou se esgueirando pelos cantos do galinheiro, desolado e sem saída. 

Do fundo de seu sentimento de impotência, humilhado, pensou em pedir ajuda aos céus e rezou baixinho, chorando. Talvez tenha sido este momento de humildade, único em sua vida, que o tenha ajudado a se lembrar que, em uma árvore, lá no fundo do galinheiro, ficava o dia inteiro empoleirado um velho galo filósofo que pensava e repensava a vida do galinheiro e que costumava com seus sábios conselhos dar orientações úteis a quem o procurasse com seus problemas existenciais.

O velho sábio o olhou de cima de seu filosófico poleiro, quando ele vinha se esgueirando, tropeçando nos próprios pés, como que se escondendo de si mesmo. E disse: "Olá! Você nem precisa dizer nada, do jeito que você está. Aposto que você descobriu que não é você quem levanta o sol. Como foi que você se distraiu assim? Por acaso você andou se apaixonando?". Sua voz tinha um tom divertido, mas ao mesmo tempo compreensivo, como se tudo fosse natural para ele. A seu convite, o galo angustiado empoleirou-se a seu lado e contou-lhe a sua história. O filósofo ouviu cada detalhe com a paciência dos pensadores. Quando o consulente já se sentia compreendido, o velho sábio fez-lhe uma longa preleção:

"Antes, quando você ainda achava que até o sol se levantava pelo poder do seu canto, digamos que você estava enganado. Para definir seu problema com precisão, você tinha o que pode ser chamado de "Ilusão de Onipotência". Então, pela mágica do amor, você descobriu o seu próprio engano, e até aí estaria ótimo, porque nenhuma vantagem existe em estar tão iludido. Saiba você que ninguém acredita realmente nessa história de canto de galo levantar o sol. Para a maioria, isto é apenas simbólico: só os tolos tomam isto ao pé da letra. "Entretanto, agora", continuou o sábio pensador, "você está pensando que não tem mais nenhum valor, o que é de certa forma compreensível em quem baseou a vida em tão grande ilusão. Contudo, examinando a situação com maior profundidade, você está apenas trocando uma ilusão por outra ilusão. O que era uma 'Ilusão de Onipotência' pode ser agora chamado de 'Ilusão de Incompetência'. Aos meus olhos, continuou o sábio, nada realmente mudou. Você era, é e vai continuar sendo, um galo normal, cumpridor de sua função de gerenciar o galinheiro, de acordo com a tradição dos galináceos. Seu maior risco, continuou o pensador, é o de ficar alternando ilusões. Ontem era 'Ilusão de Onipotência', hoje, 'Ilusão de Incompetência'. Amanhã você poderá voltar à Ilusão de Onipotência novamente, e depois ter outra desilusão... Pense bem nisto: uma ilusão não pode ser solucionada por outra ilusão. A solução não está nem nas nuvens nem no fundo do poço. A solução está na realidade". Após um longo período de silêncio, o velho galo filósofo voltou-se para os seus pensamentos. Nosso herói desceu da árvore para a vida comum do galinheiro. 

Na dia seguinte, aos primeiros raios da manhã, cantou para anunciar o sol nascente. E tudo continuou como era antes. 

(Maurício de Souza Lima)


A Vida e a Viagem de Trem


A vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, agradáveis surpresas em muitos embarques e grandes tristezas em alguns desembarques.

Quando nascemos entramos nesse magnífico trem e nos deparamos com algumas pessoas que, julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco: nossos pais.

Infelizmente isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituíveis. Isso porém não impedirá que, durante o percurso, pessoas que se tornarão muito especiais para nós, embarquem. Chegam então nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis!

Muitas pessoas embarcarão nesse trem apenas a passeio, outras encontrarão no seu trajeto somente tristezas e ainda outras circularão por ele prontos a ajudar quem precise.

Vários dos viajantes quando desembarcam deixam saudades eternas, outros tantos, quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.

Curioso é constatar que alguns passageiros que se tornam tão caros para nós, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não nos impede, é claro, de ir ao seu encontro. No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já haverá alguém ocupando aquele assento.

Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisaremos entender, porque provavelmente também fraquejaremos e com certeza haverá alguém que nos acudirá com seu carinho e sua atenção.

O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.
 Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades... Acredito que sim, me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos será muito triste com certeza; mas me agarro na esperança que em algum momento estarei na estação principal e com grande emoção os verei chegar. 
Estarão provavelmente com uma bagagem que não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui uma grande colaboradora para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.

Amigos, façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido à pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.

(adaptado de um texto de autor desconhecido por Helena Beatriz)

17 de ago de 2011

Você sabe assistir novela?


VOCÊ SABE ASSISTIR NOVELA?

No dia em que uma novela agradar a todos, choverá pedra, canivete, dinheiro... a vaca tossirá, dos rios surgirão moedas saltitantes e mais coisas inimagináveis acontecerão. Ou seja, é mesmo muito difícil agradar a maioria, quem dirá a todos! 
Estava lendo os comentários sobre a repercussão da morte da Norma (Glória Pires), de Insensato Coração, que foi ao ar ontem na rede Globo e separei 8 (oito) pontos que julgo importante refletir:

►Primeiro que o telespectador acaba de assistir uma trama, a qual o decepciona, e sai gritando aos ventos que nunca mais assistirá, o que de fato não ocorre.

►Segundo que muitos não sabem diferenciar ficção de realidade, sempre comparando fatos que ocorrem na vida real com os da novela, alguns chegam ao ponto de achar um absurdo se o final de certo personagem não for igual ao de um indivíduo que conheceu lá em "Barbacena".

►Terceiro: muitos copiam estilos, moda, frases feitas, trejeitos e jargões e saem divulgando no local de trabalho, no mercado, com parentes e a vizinhança. Já vi inclusive usarem as mesmas frases em cantadas e em entrevista de emprego. Alguns exemplos: Jesus toma conta, Rosa Chiclete, Não é brinquedo não, Arder no mármore do inferno, mistéeeeerio, colocar os prédios “na chon”, Jamanta não morreu, Estou certo, ou estou errado?! perguntaria o Sinhozinho Malta!

►Quarto: reclamam tanto de violência na vida real, mas quando morre um personagem, acham que a cena foi "pão com ovo", que o tal deveria apanhar até morrer, ou levar tantos tiros na cara ou que ainda a emissora deveria ter mostrado melhor as poças de sangue.

►Quinto: se o mocinho se dá bem e vive "feliz para sempre" dizem que é "conto de fadas", "coisas de novela", que faltou ação e emoção no final. Se o mocinho morrer então? Dizem que não foi justo, que estão degradando o sentido de esperança e felicidade das pessoas que usam a novela como exemplo de vida.

►Sexto: se o bandido morre ou vai para a cadeia, é absurdo, sinal que os escritores estão fora da atual realidade do país, que na vida real todo safado, político corrupto, assassinos e ladrões se safam e porque na novela tem quer diferente? Já que, mais uma vez, a novela é igualzinha a vida real... E se por acaso o escritor resolver deixar o bandido vivo, refugiado nas Ilhas Cayman ou em outro local paradisíaco então, estarão os escritores e a emissora dando maus exemplos ao público que, logo que desligarem a TV, vão pesquisar sobre esses lugares na internet para quem sabe um dia, aconteça com ele ou um parente próximo?

►Sétimo: como falar em censura sem, digamos, ofender o pobre telespectador? Já li muitas vezes comentários nos sites com conteúdo novelístico que a cena romântica sem beijo e sem sexo não tem graça, fica sem sal. Sem falar na queda da audiência que realmente, só ocorre porque o povo adora ver essas coisas. E por outro lado, quando tem as tais cenas "quentes", metem a boca dizendo que a TV está cada dia mais pornográfica, que é pura apelação e que é inaceitável acontecer numa emissora em canal aberto, pois "arranha" a estrutura familiar e dá maus exemplos mais uma vez, já que a família nem pode "jantar junta" no sofá da sala sem ter que mandar o filho ir jantar no seu quarto de frente ao seu computador vendo sei lá o que. Absurdo mesmo seria se todos jantassem à mesa, os filhos tivessem horário pra estar na cama e os pais controlassem o que eles podem ver seja na TV ou no PC, ou ainda, dessem um livro e estimulassem o interesse por coisas que agregam.

►Oitavo e último: Pessoas assistem cada vez mais novela atrás de novela, algumas com intuito de relaxar, outras pra ter assunto no dia seguinte e ainda aquelas que esperam que da trama, saia uma solução para os seus problemas reais, algo que possam usar como exemplo a seguir ou a ensinar.
De fato, o telespectador fala mal de qualquer coisa, foi bom pra uns, ruim pra outros, no entanto ninguém deixa de ver, ouvir ou ler nos sites. 
Vale lembrar que, novela só existe porque tem quem assista. Enquanto existirem telespectadores elas continuarão no ar, com fatos interessantes e polêmicos ou não. Definhando mentes ou não! Só depende de quem está do lado de cá da tela.



Cansaço de redes sociais?


Pesquisa indica 'cansaço de redes sociais' em usuários

Entre os usuários brasileiros, a pesquisa notou um nível maior de preocupação com a privacidade que outros países

Uma pesquisa realizada por uma consultoria especializada em tecnologia da informação identificou "sinais de fadiga" no uso de redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter, entre segmentos de usuários em diversos países.

A pesquisa da consultoria Gartner ouviu 6,3 mil pessoas entre 13 e 74 anos de idade, em 11 países desenvolvidos e emergentes, incluindo no Brasil.

Do total, 37% dos respondentes disseram ter aumentado o uso de redes sociais, principalmente entre os mais jovens.

Por outro lado, 24% disseram que estão usando as redes sociais menos do que no início.
"A pesquisa mostra uma certa fadiga das redes sociais entre os usuários mais antigos", disse o diretor de pesquisas da Gartner, Brian Blau.

"O fato de 31% do grupo na categoria 'aspirantes' (mais jovens, que circulam por vários ambientes e com uma percepção mais aguçada sobre as marcas) indicarem que estão cansados de redes sociais é algo que os provedores dessas redes devem monitorar, porque eles precisarão inovar e variar para manter a atenção do consumidor", avaliou.

"Os conteúdos de marca precisam ser inovadores e capazes de capturar a atenção das pessoas imediatamente. A nova geração de consumidores é incansável e tem uma janela curta de atenção, e é preciso muita criatividade para criar impacto significativo."


Privacidade

Para os entrevistados, a exposição da privacidade é a razão mais forte para desistir de usar as redes sociais. Em seguida, vem a superficialidade dos comentários postados por outros usuários.

Em seguida, a questão da privacidade volta, com os usuários dizendo que usam menos as redes sociais porque não querem que os seus contatos saibam demais sobre a sua vida.

"Os adolescentes e jovens na faixa dos 20 anos de idade têm muito mais probabilidade de dizer que aumentaram o uso das redes sociais", disse a especialista que coordenou a pesquisa, Charlotte Patrick.

"Na outra ponta do 'espectro do entusiasmo', as diferenças etárias são muito menos marcadas, com uma proporção consistente de pessoas dizendo que estão usando menos as redes sociais."


Brasil

A pesquisa ouviu 581 pessoas no Brasil, onde o Orkut ainda é o líder de usuários, seguido pelo YouTube e pelo Facebook.

"O Brasil é normalmente é citado como um dos países que adotam com entusiasmo as redes sociais, mas nossa amostra de respondentes não exibiu essa tendência forte de uso", afirmou a pesquisa.

"O uso foi médio, centrado principalmente no Orkut e no Facebook, com uma das taxas mais altas de uso de Internet Messenger e sites de chat entre os usuários com até 40 anos."

Entre os usuários brasileiros, a pesquisa notou um nível maior de preocupação com a privacidade que outros países.

Entre os entrevistados brasileiros, 46% se disseram preocupados com o tema, ante uma média geral de 33% de usuários.


Fonte: www.ig.com.br




16 de ago de 2011

Reconhecendo um amigo


Para conhecermos os amigos é necessário 
passar pelo sucesso e pela desgraça. 
No sucesso, verificamos a quantidade e, 
na desgraça, a qualidade.

Confúcio


Verdade


Você pode descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora 
de brincadeira do que em um ano de conversa.
Platão


Lanterna


A experiência é uma lanterna dependurada nas 
costas que apenas ilumina o caminho já percorrido.
Confúcio


Além da morte


Para quê preocuparmo-nos com a morte? 
A vida tem tantos problemas que temos de resolver primeiro.
Confúcio


15 de ago de 2011

Nem Jesus agradou a todos...


Nem Jesus agradou a todos!

Se engordo, tô depressivo. 
Se emagreço tô doente. 
Se me visto bem, sou "metido". 
Se me visto mal, sou desleixado. 
Se digo o que penso, sou arrogante. 
Se choro, quero dar pena. 
Se tenho muitos amigos sou falso. 
Se tenho poucos, sou antissocial. 
Se me defendo sou malcriado. 
Se não, sou fraco. 
Enfim... Não se pode fazer nada sem ser criticado. 
Nem Jesus agradou a todos!
Importante é gostar de ser como você é. 

Eu me amo e muitão!!!


Passeata pela paz, Birmingham - Inglaterra


Passeata pede paz nas ruas de Birmingham na Inglaterra
Grupos comunitários realizaram uma passeata pela paz hoje em Birmingham, 
segunda maior cidade da Inglaterra, contra os ataques de vandalismo 
que provocaram algumas mortes.

Paz...
A paz é igual a uma grande roda humana, 
enquanto todos estiverem de mãos dadas, 
as armas estarão no chão.
(Tiago Bicalho)


Homenagem ao filme Tropa de Elite 2


Uma singela homenagem ao filme Tropa de Elite 2, 
que entra em cartaz em Londres essa semana.


As armas não garantem a paz.
(Valter da Rosa Borges)

O poder enlouquecido
também mata os poderosos.

A paz depois da guerra
é o silêncio dos mortos
e o espanto mudo dos vivos.



Observe suas mãos agora


"Você nunca verá tuas mãos da mesma maneira…”

“Meu avô, com noventa e tantos anos, sentado debilmente no banco do jardim, não se movia. Estava cabisbaixo, olhando suas mãos. Quando me sentei ao seu lado, nem notou minha presença. 
E o tempo passava… 
Sem querer incomodá-lo, mas querendo saber como ele estava, perguntei-o como se sentia.
Levantou sua cabeça, me olhou e sorriu. ‘Estou bem, obrigado por perguntar’, disse com uma forte e clara voz.
Expliquei-lhe que não queria incomodá-lo, mas queria ter certeza de que estava bem, já que estava sentado, imóvel, simplesmente, olhando para suas mãos.
Meu avô me perguntou: ‘Alguma vez já olhastes tuas mãos? Quero dizer, realmente olhou para elas?’
Lentamente soltei minhas mãos das de meu avô, as abri e as  contemplei. Virei as palmas para cima e logo para baixo. 
Não creio que realmente nunca as havia observado. Queria saber o que meu avô queria dizer-me. 
Meu avô sorriu e me disse...
‘Pare e pense um momento sobre como tuas mãos tem te servido através dos anos. 
Estas mãos, ainda que enrugadas, secas e débeis  têm sido as ferramentas que usei toda a minha vida para alcançar, pegar e envolver.
Elas puseram comida em minha boca e roupa em meu corpo. Quando criança, minha mãe me ensinou a juntá-las em oração. Elas amarraram os cadarços dos meus sapatos e me ajudaram a calçar minhas botas. Estiveram sujas, esfoladas, ásperas, entrelaçadas e dobradas... 
Foram inábeis quando tentei embalar minha filha recém nascida...
Foram decoradas com uma aliança e mostraram ao mundo que estava casado e que amava alguém muito especial...
Elas tremeram quando enterrei meus pais e esposa, e quando entrei na igreja com  minha filha no dia de seu casamento. 
Elas têm coberto meu rosto, penteado meu cabelo e lavado e limpado todo meu corpo.
E, até hoje, quando quase nada de mim funciona bem, estas mãos me ajudam a levantar e a sentar e ainda se juntam para orar.
Estas mãos têm as marcas de onde estive e a dureza de minha vida. 
Mas, o mais importante, é que são estas mãos que Deus tomará nas Suas quando me levar a Sua presença!
Desde então, nunca  mais vi minhas mãos da mesma maneira. 
Mas lembro quando Deus esticou Suas mãos e tomou as de meu avô e o levou a Sua presença.
Na verdade, nossas mãos são uma benção.
Cada vez que uso minhas mãos penso em meu avô, e me pergunto:
Estou fazendo bom uso de minhas mãos? 
E sempre que minha consciência responde que estou usando minhas mãos para praticar o bem, para trabalhar honestamente, para dar carinho e amparo a quem necessita, sinto-me em paz…

E agradeço ao Criador por tamanha bênção, esperando que Ele estenda Suas mãos para que, também eu, um dia, possa nelas repousar!”
A vida acontece no presente, sempre. 
Há somente o hoje, o agora, e este é o seu momento com Deus! 
Agradeça por tudo o que tens na vida… e também pelas tuas mãos que, bondosas, ajudam a tornar o HOJE, um dia MELHOR!


(desconheço o autor)

11 de ago de 2011

Quem sou eu...


Sou uma mulher madura, 
que às vezes brinca de balanço...
sou uma criança insegura, 
que às vezes usa salto alto...

O Hino dos internautas


O hino dos internautas

Gigabyte pela própria Netscape
És belo, és forte até quando és moroso
E o teu cursor speedy essa tua senha
Tecla adorada

Entre outras news, eu imprimi
Ó pasta amada,
Dos zip deste BOL Esc mãe Pentium
Fax modem, Brasil!

(autor desconhecido)


10 de ago de 2011

Ninguém é substituível


NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL!

                       Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:  
 - Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven? Silêncio…
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?…
O rapaz fez uma pausa e continuou:
- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:
- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Divagando o assunto, o rapaz continuava.
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.
Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo, pensativo. E voltou a dizer nesses termos:
- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM…Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.
PORTANTO NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."
"NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO… ACOSTUME-SE A ISSO… COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO…"
É bom para refletir e se valorizar!


(autor desconhecido)

9 de ago de 2011

Brincadeira angelical


Brincadeira angelical

Em datas distantes, queria ser uma boneca
e como acreditava, tinha um anjo pessoal
um amigo para os estranhos desabafos,
que sempre atendia pedido especial
de esperançosas garotinhas pobrezinhas
tentando sair do mundo real
e viver as mais lindas fantasias
num mundo pouco convencional
as meninas viravam bonecas
e todo o rosto era igual
vestiam roupas confortáveis
mas nelas portando um avental
para em seu bolso carregar a harpa
que tocaria em tom suave
na hora de despertar
as asas que lhes libertavam
teria ganhado de seu amigo anjo
com a condição de que em todos os sonhos
retomassem a brincadeira angelical.

(Ellen Allmye)


8 de ago de 2011

Dentro da Bolha


Guardo sua imagem dentro de uma bolha
protegida pela circunferência lisa
e a inocência mantida limpa
de todo tormento exterior

misturando-se as coloridas folhas
que refletem encanto e magia 
de onde retiro inspirações

sua luz transmite vida
como as raízes que brotam
e fortalecem sua morada

como não se render
a toda essa sedução
querendo consumir a bolha
antes que eu perca a inspiração
e a consumida seja eu.


(Ellen Allmye)